domingo, 21 de junho de 2009

Males necessários


Últimos acontecimentos:
-Fim das aulas;
-Início dos exames escritos;
-A partir de segunda-feira exames orais;
-Dias passados na biblioteca a estudar.



Lema: Estudar, Estudar e Estudar!

Ausência justificada, I guess... Lá para Agosto voltamos a ter vida própria bahhhh

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Muito bom dia caros leitores! (ou leitoras, acho que é mais o caso) Após uma ausência alargada que teve como objectivo uma melhor preparação para testes e afins cheguei à conclusão que quanto mais me afasto da rua, do sol, das pessoas, piores resultados tenho. O semestre está quase a acabar e vou a avaliação final a tudo, o que não seria mau de todo se não tivesse ido às aulas, indo e não ter notas é um bocadinho... chato. O que é q implica fazer tudo só por exames? Uma correcção muito mais rigorosa e umas belas orais acompanhadas por uma fatiota magnífica que nos faz parecer ministras a passear pela estação de entrecampos, é muito bonito como podem imaginar.

Ontem disse à minha mãe que ia para a passadeira e ela perguntou-me se não era melhor largar isso por uns tempos já que os exames tão quase a começar. Se eu aceitasse esta sugestão que tanto stress me ia causar só poderia recomeçar em setembro já que vou ter exames até 30 de julho e no dia seguinte vou de férias, até 1 de setembro. Ah na na! Venha a praia, venham as festas, venham as saídas... estudante que se preze não vive para a faculdade e chumba a algumas cadeiras ou até de ano. Não vou desperdiçar a minha juventude, o que não significa que não haja dedicação aos estudos como é óbvio.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Hoje pela manhã - após ter saído do ginásio e ter suado que nem uma porca (what a fuck, alguém já viu um porco suar?! =S) -, tive uma conversa via sms com a Vénus. Conversa essa sobre celulite, gordura localizada, gordura emocional e afins. Coincidência das coincidências (e já dizia a outra que não as há), recebi o seguinte e-mail:

"Todos os dias ao sair de casa dou de caras com um anúncio que me deixa logo mal disposta até aí às três da tarde. É da clínica Persona e tem esta brilhante tirada publicitária:

'Os homens não gostam de celulite'.

É que, de facto, era este o argumento que me faltava para eu pôr fim à celulite que se instalou no meu rabo sem qualquer espécie de permissão.
Eu até gosto de ter celulite, adoro!!! Faço os possíveis por ter sempre mais e mais... ah, mas espera lá, se os homens não gostam, então eu vou já pagar um tratamento de 3.000 euros na Persona para ficar sem celulite!!

A sério, senhores que fizeram esta campanha, acham mesmo que este tipo de terror psicológico barato faz efeito numa mulher???
Se o anúncio dissesse 'Mulheres com celulite não entram na Zara', aí sim, era ver-me a correr para a Persona, primeiras, primeiras!
Agora, 'Vejam lá se tratam disso que os homens não gostam', temos pena, mas não pega!
Se formos a ver, também há muita coisa que as gajas não gostam, e nem por isso espalhamos outdoors gigantescos pela cidade. Sim, porque se não já estou a imaginar os possíveis anúncios:

- ELAS não gostam de pilas pequenas;
- ELAS não gostam de pêlos mais;
- ELAS não gostam do resultado de 'campeonato nacional+liga dos campeões+taça uefa+taça de Portugal';
- ELAS não gostam de sexo oral sofrível e insuficiente;
- ELAS não gostam que cocem os tomates (muito menos em público);
- ELAS não gostam (nem acham sexy) as barrigas de cerveja;
- ELAS não gostam de tampas da sanita levantadas;
- ELAS não gostam de ejaculação precoce;
- ELAS não gostam que cortem as unhas dos pés em cima da mesa da sala;
- ELAS não gostam de mãozinhas sapudas (e pouco hábeis);
- ELAS não gostam das amigas deles e das ex-namoradas, essas, nem falar;
- ELAS não gostam de slips nem de boxers com ursinhos;
- ELAS não gostam de atrasados emocionais;

Se os homens deste País se deparassem com estas publicidades, tentariam resolver algumas das questões apontadas? Não, pois não?
Então deixem lá mas é a nossa celulitezinha sossegada e não nos obriguem a andar com uma régua na mala!

Tenho dito."
(Autora desconhecida)

Subscrevo e assino!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Mistérios da Vida

(Robert Pattinson, actor Britânico.)


"Robert told his pal, a fellow Brit, 'I can't get laid in New York'" (fonte: New York Daily News)

Quoi? C'est pas possible?!

Robert amigo qualquer coisa, "mi liga vaiiii" Ah ah ah ah ah

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A menina da mamã é pau para toda a obra!

Uma semana de férias. Uma semaninha inteirinha de férias. E quando é a minha querida mãe se lembra de me destinar tarefas domésticas/ bricolage?! No último dia de férias!!! O timing perfeito! Agradecida mãe, muito agradecida! E se há pessoa que não vale a pena contrariar é a minha mãe, a menos que tivesse paciência para aturar o mau humor a semana inteira e como não tenho, ontém lá me sujeitei à escravatura:
Pintar a parede da sala de lilás clarinho;
Trocar posição do sofá e da mesa;
Passar a ferro e pendurar as cortinas;
Restaurar o móvel da TV;
Mudar o plafond do tecto;
Mudar o abjur do quarto;
Limpar vidros, o pó e aspirar.

Ser filha única é só vantagens...rsrsrsrsrsrsrsr é tudo só para mim, inclusive o trabalho! É nestas alturas que me dava jeito um irmão mais velho género brontossauro.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Chocolate obsession

Depois disto...

Isto...

E mais isto...



Estou a alface e água até ao Verão! =P Como sou infeliz ahhhahhhahhhahhha

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Mensagem no silêncio

O silêncio raramente me incomoda, no entanto falo pelos cotovelos como se tivesse necessidade de preencher essa lacuna imposta pela ausência de som. Acho que o faço mais por defesa pessoal do que para quebrar o gelo ou para que não haja embaraço. É estranho pensar que em alguns momentos de silêncio revelei mais de mim do que através de quaisquer palavras. É estranho expressar o inexpressável através do silêncio. Afigura-se mais fácil esconder-me por detrás de palavras do que revelar-me em silêncio. Não me custa estar em silêncio junto dos que amo. Não me custa ouvir o seu silêncio. Por vezes basta estar por perto, sem palavras. E isso não me incomoda. Nessa quietude, que às tantas se impõe, conheço a amplitude do amor que sentimos. Nesse silêncio se revela tudo o que não cabe nas palavras.
(...)
Encostada ao parapeito, fumo e observo o céu. Passam-se vários minutos, talvez horas, não sei. O céu adentra-me a alma e perco-me no tempo, nos pensamentos e em ti. Não te oiço chegar. O bater da porta passa em branco. Chamas por mim, permaneço imóvel junto do parapeito. O ritmo cardíaco acelera por te saber perto. Aproximas-te de mansinho, sinto a tua respiração ofegante no meu pescoço, envolves-me nos teus braços, num abraço quente, apertado. Afastas o frio do corpo. Devolves o calor da alma. Beijas-me o cabelo. Assim ficamos: Sem palavras, abraçados, em silêncio.

Por fim acordo. E choro. Não volto a adormecer. O silêncio raramente me incomoda. Mas o teu silêncio perturba, ele diz coisas que eu não quero ouvir. É o silêncio que não diz nada e eu entendo bem a tua mensagem.